Na cabeceira

18:27


Os livros que mais gosto de ler são sem dúvida thrillers. Gosto de histórias que me prendam e que dêem reviravoltas inesperadas deixando-nos completamente agarrados ao livro. No entanto, o livro que estou a ler agora, nada tem a ver com este género.

Há cerca de uma semana passou na RTP1 o filme "3096 dias" que retrata a história da austríaca Natascha Kampusch. Não sei se se recordam da história, mas Natascha foi raptada com 10 anos de idade e foi mantida durante 8 anos numa cave. Em 2006 consegue finalmente fugir da casa do seu agressor que acaba por se suicidar. Esta história retrata os dias que Natascha esteve presa, os maus tratos a que foi submetida e, mostra ainda o síndrome de Estocolmo - Nome normalmente dado a um estado psicológico particular em que uma pessoa, submetida submetida a um tempo ilimitado de intimidação, passa a ter simpatia e, até mesmo sentimento de amor ou amizade perante o seu agressor.

Depois de pesquisar um bocadinho mais sobre esta história, decidi comprar o livro escrito por Natascha. 

Ainda estou a meio do livro, no entanto dá para perceber as humilhações e os maus tratos a que foi submetida. É complicado pensarmos, nós que temos vidas normais com as nossas rotinas, como é que uma pessoa é mantida fechada durante 8 anos e, perde assim a juventude, a melhor fase da vida.

Viagem à Tailândia

13:29


Há cerca de duas semanas voltei a aterrar em solo português, depois de ter estado 15 dias na Tailândia. Uma palavra para descrever esta aventura? Brutal! Tivemos a sorte de tudo correr como planeado e visitámos a Tailândia de Norte a Sul: Bangkok, Kanchanaburi, Sokothai, Chiang Mai, Parque Nacional de Khao Sok e Khao Lak.

Nestes maravilhosos 15 dias fizémos um bocadinho de tudo: andar de tuk tuk em Bankgkok, passar uma noite no Elephants World, onde convivemos com elefantes desde dando-lhes banho a preparar a sua alimentação, visitámos templos e assistimos ao festival Loy Krathong em Sokothai, percorremos o mercado noturno em Chiang Mai, fizémos um trekking na floresta e numa gruta em Khao Sok e estivemos de papo para o ar nas maravilhosas praias de Khao Lak.

É impossível descrever aqui toda a experiência. Pensei que ia ter medo dos animais mas foi tranquilo: vimos uma cobra enorme dentro de um rio onde estávamos a nadar, acordámos com o barulho dos macacos que estavam a invadir a nossa casa na árvore, vimos escorpiões, andámos lado a lado com aranhas gigantes, vimos centenas mas centenas de gekos (osgas) e fomos picadas por inúmeros mosquitos e insectos. Para a experiência, nós até experimentámos comer uma larva, como aquela que o Timon e Pumba comem.

No entanto, a lição que tirámos de toda esta experiência num país subdesenvolvido é que não precisamos de muito para sermos felizes. Os habitantes da Tailândia são na maioria muito pobres e estão sempre felizes e com um sorriso no rosto. São um povo super simpático e acolhedor. Nós ocidentais é que temos uma cultura muito consumista e de desperdício. Devíamos aprender um bocadinho mais com estes povos.

O regresso

14:36


Há que séculos que não escrevo nada aqui. Os motivos são imensos: existiram montes de acontecimentos na minha vida, neste último ano. Pretendo enumerá-los a todos um por um nas próximas publicações. Mas as saudades de escrever neste meu espaço foram muitas. Vi-me inúmeras vezes com o word aberto à minha frente para escrever um post, mas a falta de inspiração, criatividade e algum cansaço não me permitiram que avançasse. A partir de hoje quero ter mais tempo para dedicar a este espaço e gostava muito de contar convosco.

Assim, sejam bem-vindos ao Big Deal – o blog de uma mulher completamente louca e apaixonada pela vida e pelos que a rodeiam.

Habemus passaporte!

11:09


Olá pessoal! Eu sei, eu sei, não passo aqui há séculos. Eu tenho uma desculpa: nos últimos meses tive muito trabalho (e bota muito nisso) e por isso não tive tempo de passar por cá para vos contar as novidades. Por isso.... a novidade é.....VOU À TAILÂNDIA! Sim, marquei a viagem com uma amiga para daqui a dois meses. Ainda não preparámos nada, comprámos apenas os voos e daqui a umas semanas é que vamos começar a dedicar-nos mais à nossa “biage”.

Aiii já me imagino a conversar com aqueles monges amorosos e a tostar ao sol numa daquelas praias paradisiacas. A ideia é percorrer a Tailândia toda: vamos para o norte e no fim vamos até ao sul para aproveitar as praias. Vão ser 16 dias maravilhosos! Quem já foi à Tailândia que possa partilhar um bocadinho da sua experiência?

Primeiros encontros

11:43


Sou uma grande apreciadora de sushi. No entanto, nos últimos tempos, tenho constatado que para um primeiro date, um jantar ou almoço no sushi não é de todo a melhor opção. Normalmente as peças devem ser ingeridas inteiras, porque dizem as pessoas mais antigas, que cortar o sushi ofende as pessoas que o fazem, bem vamos chamá-los de sushi maker.

Ora, como se tem de levar à boca a peça inteira, ficamos com uma cara nada charmosa, aliás com a boca cheia. Imaginem esta situação no primeiro encontro. E se, forem como eu e quando levam a peça de sushi à soja, a peça cai lá dentro e espirra tudo. Não pessoal, não dá para ter primeiros encontros num restaurante de sushi.